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O café é nosso rei

O Brasil é o maior produtor de café do mundo – e um dos países que mais consomem essa bebida. Conheça um pouco da história do cafezinho por aqui.

POR FLÁVIO FERRARO

Desde sua chegada ao território brasileiro, no século 18, o café tem sido parte importante da história nacional. E, se depender de nós, vai continuar o queridinho por muito tempo: além de sermos o maior produtor de café do mundo, também somos grandes consumidores desta bebida. Para celebrar sua trajetória, levantamos alguns dados históricos para você conhecer um pouquinho mais do café nosso de todo dia:

1727

Vindo da Etiópia, o café se estabeleceu em países como França e Holanda, sendo depois disseminado nas colônias da América do Sul. Por aqui, a história conta que ele teria chegado pelas mãos do sargento-mor Francisco de Melo Palheta, a pedido do governador da província de Grão Maranhão e Pará. Enviado à Guiana Francesa para resolver questões relativas à fronteira, o militar se tornou amigo da esposa do governador de Caiena – hoje capital daquele país – que o presenteou com algumas sementes e mudas do grão, que foram posteriormente cultivadas na cidade de Belém. E, daí, se espalhou para outros estados brasileiros.

1806

Antes de o Brasil se tornar o maior produtor dos grãos, o posto pertencia ao Haiti – denominado como colônia francesa de São Domingos. Com a guerra pela independência que se instaurou em 1791, a população – majoritariamente formada por escravos – voltou-se para a agricultura de subsistência e se afastou do mercado mundial. De 1898 a 1930, o café tornou-se o principal produto de exportação brasileiro. E o Vale do Paraíba, em São Paulo, a principal região de cultivo.

1930

Depois de um século em crescimento, a exportação rareou devido à quebra da bolsa de Nova York no ano anterior. Nessa época, a Nestlé desenvolveu uma maneira de transformar os grãos de café em pó solúvel, tal qual ocorreu com o Leite NINHO. Assim, após oito anos de pesquisa, nasceu o NESCAFÉ que conhecemos.

1953

A primeira fábrica de café solúvel foi construída em Araras, interior de São Paulo e NESCAFÉ tornou-se pioneira no segmento, em que mantém sua liderança até hoje. Nessa década também surgem, na Itália, as primeiras máquinas de café espresso para uso doméstico.

1970

Na década de 1970, surgem associações e organizações para regulamentar a produção da bebida no Brasil, como a ABIC (Associação Brasileira das Indústrias de Café) e ABICS (Associação Brasileira das Indústrias de Café Solúvel). Cabe a elas atestar a pureza dos grãos, discutir melhorias tecnológicas na produção, além de divulgar pesquisas científicas, que se intensificaram após a fatídica “geada negra”, que dizimou plantações no norte do Paraná, em 1975.

1990

Em 1991, é fundada a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, em inglês), cujo objetivo é classificar e regulamentar a produção dos chamados “cafés especiais”, aqueles que se diferenciam por sua origem, processo de fabricação ou práticas sustentáveis aplicadas a toda cadeia produtiva, resultando numa bebida de qualidade excepcional na xícara. Cinco anos depois, surge o Conselho Deliberativo da Política do Café, órgão subordinado ao Ministério da Cultura, responsável por criar e aprovar planos de produção, comercialização, exportação e marketing para o setor cafeeiro. Nessa época, o preço do grão também estava em queda.

2009

Em 2009, chega ao Brasil o primeiro sistema multibebidas. Desenvolvida em parceria com a Arno, a NESCAFÉ Dolce Gusto® levou o sabor das cafeterias à sua casa. Com seis opções de cápsulas – Latte Macchiato, Espresso, Cappuccino, Lungo, Chococcino e Espresso Intenso – o modelo Melody estava disponível nas cores vermelho, preto e creme. Nos anos seguintes, outras máquinas, como a Genio II e sabores como Marrakesh Style Tea, fizeram dela um sucesso em 2 milhões de lares brasileiros.

2016

O Brasil ainda mantém a primeira posição no ranking de produtores e exportadores do grão, com 49 milhões de sacas colhidas entre outubro de 2015 e setembro deste ano. O Estado de Minas Gerais – onde nasceu o NESCAFÉ Dolce Gusto® Catuaí do Cerrado e também a primeira fábrica de cápsulas produzidas com matéria-prima 100% brasileira – é o líder com mais de 28 milhões de sacas. Desse montante, quase 1 milhão vai para a produção de cápsulas, quantidade que, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Indústrias do Café, dobrará no país até 2019.

 

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